Como evitar o câncer de bexiga?

O tabagismo é o principal fator de risco para o câncer de bexiga, uma doença que causa cerca de 5.000 mortes por ano no Brasil. Estudos indicam que aproximadamente metade dos casos está relacionada ao cigarro, e que fumantes têm até quatro vezes mais chances de desenvolver esse tipo de câncer em comparação aos não-fumantes. Continue lendo “Como evitar o câncer de bexiga?”

Como é feito o diagnóstico do câncer de bexiga?

Quando há suspeita de câncer de bexiga, exames de imagem como ultrassom e tomografia podem detectar lesões maiores, mas podem não identificar tumores menores.

Nesses casos, o exame mais indicado é a cistoscopia, uma espécie de “endoscopia da bexiga”. O procedimento é realizado com uma microcâmera introduzida pela uretra, que permite ao urologista visualizar diretamente o interior da bexiga, em tempo real, e identificar possíveis alterações — como lesões ou tumores. Continue lendo “Como é feito o diagnóstico do câncer de bexiga?”

Entenda o resultado da ressonância magnética da próstata

A ressonância magnética é um exame fundamental para avaliar o risco de câncer de próstata em homens. Ela analisa diversas características da próstata, como densidade, presença de nódulos e a movimentação da água e do sangue na região.

Com base nessas informações, a próstata recebe uma pontuação dentro da classificação chamada PI-RADS (Prostate Imaging Reporting and Data System), que varia de 1 a 5. Quanto maior a nota, maior o risco de câncer. Continue lendo “Entenda o resultado da ressonância magnética da próstata”

O que é Gleason?

O escore de Gleason é uma classificação muito importante encontrada nos resultados da biópsia de próstata. Ele é baseado na análise das alterações celulares da próstata observadas no microscópio.

As alterações são avaliadas em uma escala de 1 a 5, sendo 1 mais semelhante à próstata normal e 5 mais alteradas e agressivas. O resultado final é apresentado como a soma de dois números, que representam as principais características encontradas nas amostras. Continue lendo “O que é Gleason?”

Como é feito o diagnóstico do câncer de próstata?

O toque retal e o exame de PSA são exames de rastreamento, feitos em homens sem sintomas, com o objetivo de identificar precocemente possíveis alterações na próstata.

É importante destacar que alterações no toque ou no PSA não significam que você tem câncer de próstata. Esses sinais indicam apenas a necessidade de uma investigação mais detalhada. Continue lendo “Como é feito o diagnóstico do câncer de próstata?”

Como é o tratamento do câncer de rim?

O tratamento do câncer renal depende principalmente do tamanho e da localização do tumor. Na maioria dos casos, a abordagem é cirúrgica, por meio de um procedimento chamado nefrectomia, que pode ser:

  • Radical: retirada completa do rim afetado.
  • Parcial: remoção apenas da parte do rim onde está localizado o tumor, preservando o restante do órgão.

Sempre que for possível, a nefrectomia parcial é a primeira opção, pois mantém parte do rim saudável, sem comprometer a chance de cura. No entanto, tumores muito grandes ou localizados em áreas centrais, próximas a estruturas importantes como vasos sanguíneos, podem impedir essa abordagem, sendo necessária a retirada total do rim. Continue lendo “Como é o tratamento do câncer de rim?”

Como fazer o autoexame dos testículos?

A maioria das pessoas já ouviu falar que as mulheres devem fazer o autoexame como forma de identificar precocemente o câncer de mama, mas você sabia que há uma orientação semelhante voltada ao público masculino?

Para detectar um possível câncer de testículo, os homens devem apalpar a região, de preferência em pé e durante um banho morno, quando os testículos estão mais relaxados. A recomendação é que o autoexame seja feito semanalmente. Continue lendo “Como fazer o autoexame dos testículos?”

O que fazer após o diagnóstico de câncer de testículo?

Após o diagnóstico de câncer de testículo, o primeiro passo é realizar o estadiamento, um conjunto de exames que avalia a extensão da doença. Normalmente, são solicitadas tomografias do tórax e do abdômen, além de exames de sangue que detectam marcadores tumorais, fundamentais para orientar o tratamento.

A cirurgia para retirada do tumor deve ser feita o quanto antes. O procedimento é realizado por um corte na região inguinal (próxima à virilha) e envolve a remoção completa do testículo afetado e do cordão espermático. Em situações muito específicas — como pacientes com um único testículo ou tumores pequenos em ambos os testículos — pode-se considerar a preservação parcial, mas esses casos são bastante raros. Continue lendo “O que fazer após o diagnóstico de câncer de testículo?”

O tumor que mais afeta homens entre 15 e 35 anos

O câncer de testículo é o tipo de tumor mais comum em homens entre 15 e 35 anos. A boa notícia é que, quando identificado precocemente, apresenta altas taxas de cura, superiores a 95%. Além disso, é um dos poucos cânceres que podem ser percebidos com facilidade, pois geralmente aparece como um nódulo palpável na região testicular.

Apesar disso, entre 2012 e 2021, mais de 3.700 homens perderam a vida para essa doença no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Para aumentar a conscientização sobre o tema, a Sociedade Brasileira de Urologia instituiu o mês de abril como o mês oficial de combate ao câncer de testículo. Continue lendo “O tumor que mais afeta homens entre 15 e 35 anos”

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